Key points are not available for this paper at this time.
A doença cardíaca isquêmica é a etiologia mais frequente para morbidade e mortalidade cardiovascular. A detecção precoce e o monitoramento preciso são essenciais para orientar o tratamento ideal do paciente e avaliar o prognóstico do indivíduo. Nesse sentido, a ressonância magnética cardiovascular (RMC), que entrou na arena da imagem cardiovascular não invasiva nas últimas duas décadas, tornou-se uma modalidade de imagem extremamente importante, principalmente devido à sua versatilidade única. A RMC tem precisão comprovada e é uma técnica robusta para a avaliação da função miocárdica tanto em repouso quanto sob estresse. Ela também permite a análise de perfusão sob estresse com alta resolução espacial e temporal e fornece um meio para diferenciar tecidos, como distinguir entre miocárdio lesado de forma reversível e irreversível. Em particular, este último aspecto é um benefício exclusivo da RMC em comparação com outras modalidades de imagem não invasivas, como a ecocardiografia e a medicina nuclear, e fornece informações novas sobre a presença, tamanho, transmuralidade e prognóstico do infarto miocárdico. Este artigo tem como objetivo fornecer ao leitor uma visão geral das várias aplicações da RMC para a avaliação da doença cardíaca isquêmica do ponto de vista clínico.
Knobelsdorff‐Brenkenhoff et al. (Qua,) estudaram essa questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: