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O hematócrito periférico (PCV) é o alvo e monitor tradicional em muitos regimes de transfusão. Sem negar a importância do PCV como um determinante da viscosidade do sangue total, o presente artigo descreve duas razões importantes pelas quais o volume de glóbulos vermelhos (RCV) deve substituir o PCV no papel central durante a transfusão de sangue em cuidados intensivos e outras situações de emergência: 1. O PCV reflete tanto o RCV quanto o volume plasmático (PV) e, portanto, não é diretamente proporcional à capacidade total de transporte de oxigênio no sangue. Na melhor das hipóteses, a relação entre PCV e RCV é hiperbólica, e isso é frequentemente negligenciado ao relacionar os dois parâmetros na prática. Na pior das hipóteses, a relação hiperbólica é pouco confiável porque o PV e o RCV podem variar independentemente, e o PCV é uma proporção flutuante de números variáveis. 2. O PCV não é um bom indicador do volume sanguíneo (BV), que é outro importante determinante da entrega de oxigênio aos tecidos e um parâmetro crucial em pacientes gerenciados intensivamente. O BV é diretamente proporcional ao RCV e essa relação também é frequentemente negligenciada na prática clínica. Os valores recomendados para o RCV são 30 ml/kg em homens, 25 ml/kg em mulheres e entre 30 ml/kg e 45 ml/kg em neonatos dentro da primeira semana de vida.
Jones et al. (Mon,) estudaram esta questão.
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