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A perda de competência é uma consequência inevitável da doença de Alzheimer (DA) e de outras demências progressivas. De particular importância para clínicos e pesquisadores que estudam demência é determinar se um paciente tem a capacidade de fornecer consentimento informado para tratamento e pesquisa médica. Não existem instrumentos padronizados amplamente aceitos para avaliação de competência, nem o treinamento de avaliação de competência tem estado disponível para os médicos. Como resultado, a avaliação da competência pelos médicos tem sido um processo subjetivo e até idiossincrático. Estudos recentes sugerem que os médicos têm dificuldade em avaliar a capacidade de consentir em adultos mais velhos e frequentemente discordam em seus juízos de competência. Assim, um objetivo importante para o avanço da pesquisa ética e legal na DA envolverá o desenvolvimento de abordagens padronizadas para determinar a capacidade do paciente em dar consentimento. Este artigo relata as descobertas de estudos empíricos recentes sobre a determinação de competência na DA, com foco no trabalho nas áreas de avaliação de competência médica, desenvolvimento de instrumentos de avaliação padronizados e modelagem neuropsicológica da perda de competência. Direções futuras para pesquisas nessas três áreas são identificadas.
Marson et al. (Sat,) estudaram essa questão.