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Atualmente, há uma ênfase maior na participação dos usuários na formação da entrega de serviços de saúde mental e na necessidade de aumentar a base de evidências para intervenções psicoterapêuticas, como a psicoterapia psicanalítica individual (PPI). Este estudo qualitativo relata uma gama de experiências de seis jovens com idades entre 16 e 21 anos ao realizarem PPI. A análise fenomenológica interpretativa foi utilizada para desenvolver uma compreensão aprofundada de suas experiências. Os temas identificaram as expectativas iniciais e as preocupações dos jovens sobre o início da psicoterapia, experiências de aprendizado das dinâmica da terapia e o processo e significado do término da terapia. A relação afetiva com o terapeuta foi de particular importância para os jovens envolvidos. As experiências positivas de PPI incluíram ser ouvido e ser aceito, além de conversar e refletir profundamente. Os diferenciais de poder em relação a ser paciente também foram evidentes. O artigo conclui sugerindo que dar maior atenção às opiniões dos jovens sobre a psicoterapia pode melhorar seu envolvimento inicial e ajudar a desenvolver os serviços de maneiras mais apropriadas. Metodologias qualitativas fornecem um complemento útil para a realização de pesquisas de processo e resultado neste contexto.
Bury et al. (Qui,) estudaram esta questão.
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