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Baixa participação e altas taxas de desistência em estudos de pesquisa podem produzir amostras de estudo social e psicologicamente tendenciosas, limitando a generalizabilidade dos achados. Embora esse problema seja frequentemente reconhecido, estudos publicados às vezes falham em avaliar e relatar o viés de não-resposta e fazem poucos esforços para preveni-lo. Dois exemplos, um envolvendo pacientes e outro envolvendo profissionais de saúde, são relatados para ilustrar o problema. O primeiro foi um ensaio clínico randomizado sobre a apresentação de um teste de rastreamento pré-natal, com questionários dados aos participantes em quatro ocasiões. A amostra final diferiu em grupo étnico e uso de rastreamento, sendo mais provável que fossem brancos e que realizassem o teste. O segundo exemplo foi um ensaio clínico randomizado de treinamento em habilidades de comunicação de obstetras e parteiras. Aqueles que completaram o estudo diferiram dos outros por terem atitudes mais positivas em relação ao treinamento e melhor habilidades de comunicação. Soluções potenciais para o problema do viés de não-resposta são abordadas. © 1999 Taylor & Francis Ltd.
Michie et al. (Sex,) estudaram essa questão.