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Examinamos a relação entre acculturação e uso de drogas ilícitas entre hispânicos nos Estados Unidos, utilizando dados da Pesquisa de Avaliação da Saúde e Nutrição Hispânica (HHANES) de 1982-84. Em todos os grupos hispânicos, a acculturação na sociedade dos EUA, conforme refletido no uso da língua inglesa, estava associada a taxas mais altas de uso de drogas ilícitas, mesmo após considerar variáveis sociodemográficas como gênero, idade, renda e educação. Interações significativas entre idioma e educação indicaram que o uso predominante de inglês estava mais fortemente associado ao uso de maconha e cocaína entre mexicanos-americanos e porto-riquenhos com menor nível educacional do que entre aqueles com maior nível educacional. Interações significativas entre o uso da língua e outros fatores como sexo, estado civil e lugar de nascimento também estavam associadas ao uso de maconha e cocaína. Esses resultados sugerem que a experiência de acculturação, especialmente no que diz respeito ao uso de drogas, está intimamente ligada ao contexto social e econômico em que um indivíduo vive.
Amaro et al. (Sáb,) estudaram esta questão.
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