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Este estudo examinou as implicações das longas horas de trabalho dos homens e da sobrecarga de papéis para a qualidade de seus relacionamentos com suas esposas e seus filhos primogênitos (M = 15 anos) e filhos adolescentes de segundo grau (M = 12,5 anos) em uma amostra de 190 famílias com dupla renda. Mantendo constantes a autodireção ocupacional e o nível de educação dos homens, longas horas estavam relacionadas a menos tempo passado com a esposa, mas não estavam relacionadas ao amor dos cônjuges, à empatia ou ao conflito; altos níveis de sobrecarga de papéis previam consistentemente relações conjugais menos positivas. Em contraste, a combinação de longas horas e alta sobrecarga esteve consistentemente associada a relacionamentos menos positivos entre pai e adolescente, um padrão que foi similar para adolescentes mais velhos e mais jovens, e para filhos e filhas.
Crouter et al. (Ter,) estudaram essa questão.
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