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Objetivo: A Tailândia domina as exportações mundiais de atum em conserva, com uma participação de mercado de cerca de 40%, que é pelo menos quatro vezes maior que a de qualquer outro exportador. O objetivo deste artigo é examinar a competitividade das exportações da indústria de atum em conserva na Tailândia de 1996 a 2006. Design/metodologia/abordagem: O artigo utiliza uma abordagem de vantagem comparativa revelada (RCA) e calcula índices de RCA para os principais exportadores no mercado mundial e concorrentes em mercados de exportação individuais. Resultados: A Tailândia possui vantagens comparativas em todos os principais mercados de exportação; estas permaneceram estáveis nos EUA, no Oriente Médio, no Japão e no Canadá, mas caíram substancialmente na Austrália. Implicações práticas: Primeiro, a Tailândia precisa urgentemente considerar a criação de atum. Em segundo lugar, empresas menores de processamento e pesca deveriam se fundir para aumentar as margens de lucro e a participação de mercado. Em terceiro lugar, a Tailândia deveria engajar-se em negociações comerciais eficazes com importadores. Quarto, a gestão de estoques e a conservação poderiam ser utilizadas para apoiar a indústria. É improvável que os níveis atuais de vantagem comparativa possam ser mantidos devido a tarifas de importação, regras de origem, escassez de mão de obra e aumento dos custos de mão de obra não qualificada. Implicações sociais: A gestão e conservação do atum na Tailândia poderiam ser utilizadas para apoiar a sustentabilidade da indústria. Originalidade/valor: Ao contrário de Kijboonchoo e Kalayanakupt, que descobriram que a participação de mercado da Tailândia diminuiu entre 1987 e 1998 e que a vantagem comparativa revelada caiu, esses resultados mostram que essa tendência de queda foi contida desde então.
Kuldilok et al. (Qui,) estudaram esta questão.
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