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Resumo Por que as mulheres (e homens) em nações industrializadas avançadas estão tendo menos filhos, e há algo que a sociedade pode fazer para incentivar mais procriação? Nas últimas três décadas, os governos tornaram-se interessados nessas questões, à medida que sociedades espremidas entre uma geração de baby boomers envelhecida e uma base de contribuintes encolhida buscam maneiras de ‘curar’ seu problema de fertilidade em declínio. As ciências sociais não identificaram nenhuma solução política consistente para esse problema, mas isso não impediu que empreendedores políticos apresentassem evidências disponíveis de maneiras que promovem políticas de equilíbrio entre vida profissional e pessoal como a ‘cura’. Este artigo examina como o Japão adotou políticas desse menu ao longo das últimas três décadas, na esperança de aumentar as taxas de fertilidade. A ausência de uma forte recuperação, apesar dessas mudanças políticas, sugere que os empreendedores políticos exageraram nos serviços de Creche e licença parental como solução. O que pode ser necessário para aumentar as taxas, sugere a experiência do Japão, são mudanças abrangentes nas normas que governam os papéis de gênero, as exigências que os empregadores podem fazer sobre os empregados e as ideias sobre o que significa ser uma ‘família’.
Leonard J. Schoppa (Mon,) estudou essa questão.