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Buscamos entender como as preferências ideológicas no âmbito doméstico estão ligadas àquelas na esfera da política externa. Sugerimos que as posturas em ambos os domínios estão alinhadas ao longo de duas dimensões: uma ancorada por objetivos auto-interessados e outros-interessados, e a outra por preferências por meios baseados em incentivos positivos ou negativos. Usando dados de opinião pública do Pew e do Chicago Council on Foreign Relations, encontramos que essas dimensões separam conservadores de liberais em questões domésticas, bem como nas preferências de política externa. Além disso, as condições internacionais moldam a forma precisa como essa matriz ideológica influencia as preferências de política externa, e os efeitos de tais condições variam conforme a ideologia.
Nincic et al. (Terça,) estudaram essa questão.