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Robôs de comunicação têm sido introduzidos nos cuidados de enfermagem, educação e no setor de hospitalidade. No futuro, os robôs serão cada vez mais integrados à sociedade humana, com mais oportunidades de interagir de perto com os humanos. Portanto, investigar a simbiose entre humanos e robôs é fundamental. O toque, incluindo ações como cumprimento de mãos, segurar as mãos e tocar nos ombros, é comum na maioria das sociedades. Essas ações são chamadas de toque social e são modos comuns de comunicação. O toque não apenas transmite emoções e intenções, mas também efeitos mentais e físicos. O toque influencia consideravelmente os relacionamentos sociais: por exemplo, criando impressões positivas e permitindo o cumprimento de pedidos. Desde o desenvolvimento de robôs de comunicação e outros robôs capazes de contato físico, a comunicação pelo toque entre humanos e robôs tem sido amplamente estudada. Embora estudos tenham revelado que tocar em um robô influencia positivamente a impressão sobre o robô e induz uma sensação de relaxamento, percepções negativas relacionadas à confiança no robô foram relatadas. Assim, as interações de toque entre humanos e robôs ainda precisam ser totalmente compreendidas. Estudos têm se concentrado nos efeitos do toque, como tocar o robô ou ser tocado pelo robô. Embora interações com robôs que respondem ao toque, como comportamento de abraçar, tenham sido estudadas, poucos estudos examinaram os efeitos psicológicos das respostas do robô a outros tipos de toque, como bater, acariciar e agarrar. Neste estudo, um robô humanoide foi utilizado para investigar como o comportamento reativo exibido pelo robô em resposta ao toque de um participante afeta o grau de favorabilidade e a impressão intelectual em relação ao robô, assim como o sentido de realização relacionado à comunicação. Os participantes exibiram alta favorabilidade, sensação de alívio e disposição para continuar a interação com robôs que apresentaram reações apropriadas ao toque dos participantes. Os participantes exibiram uma impressão positiva quando decidiram o gesto de toque do robô, em vez de quando foram instruídos sobre como tocá-lo. Os resultados deste estudo podem fornecer diretrizes para melhorar o design e a utilização de robôs, como robôs terapêuticos, que trabalham ao lado de humanos.
Okuda et al. (Qua,) estudaram esta questão.