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A maior parte das pesquisas sobre a participação ativista tem como objetivo explicar os motivos para se envolver em protestos e ações coletivas ou se tornar um ativista. Os resultados, para o indivíduo, têm sido negligenciados. Portanto, nos propomos a documentar e organizar sistematicamente as mudanças psicológicas e comportamentais associadas ao ativismo em uma tipologia de mudança. A revisão contém 57 artigos que descrevem as mudanças. As mudanças psicológicas identificadas na literatura podem ser classificadas em 19 formas principais: estado civil, filhos, vínculos relacionais, trabalho-vida/carreira, envolvimento prolongado, comportamento do consumidor, identidade, empoderamento, radicalização/politização, legitimidade, compromisso sustentado, autoestima, bem-estar geral, ‘traços’, autoconfiança, religião, organização, conhecimento e habilidades domésticas. Nossa análise destaca a falta de análise da relação entre o tipo de protesto e o tipo de mudança, e a falta de pesquisas sobre os processos por trás das várias mudanças psicológicas. O que é necessário agora é uma investigação mais precisa da relação entre tipos de protestos, processos sociais e psicológicos e resultados psicológicos. Além disso, mais estudos longitudinais são necessários para explorar a relação.
Vestergren et al. (Wed,) estudaram essa questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: