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A osteoporose é suspeita de ser um fator de risco na doença periodontal, mas estudos anteriores falharam em estabelecer uma relação. Possíveis explicações para isso podem ser a falta de métodos precisos para avaliação da osteoporose nas mandíbulas e a confusão dos resultados por outros fatores, como idade, sexo ou tabagismo. No presente estudo, 12 pacientes do sexo feminino com fraturas osteoporóticas (Grupo O) e 14 mulheres normais (Grupo N) foram examinadas clinicamente quanto à placa (VPI), sangramento gengival (GBI) e perda de inserção nos 6 dentes do índice de Ramfjord. O conteúdo mineral ósseo (BMC) da mandíbula e do antebraço foi determinado por escaneamento de fotões duplos. Os resultados foram apresentados como médias aritméticas +/- erro padrão, e as diferenças entre os grupos foram testadas pelo teste t para 2 amostras. Os dois grupos eram comparáveis em relação à idade (O: 68,3 +/- 1,8 anos, N: 68,1 +/- 1,5 anos), idade da menopausa (O: 47,5 +/- 1,8 anos, N: 47,2 +/- 1,3 anos) e hábitos de tabagismo (O: 4 fumantes, N: 3 fumantes). As mulheres osteoporóticas apresentaram valores de BMC significativamente menores do que os controles na mandíbula (O: 0,63 +/- 0,04 em U/cm2; N: 0,78 +/- 0,02 em U/cm2, P < 0,01) e no antebraço (O: 1,05 +/- 0,05 em U/cm; N: 1,28 +/- 0,05 em U/cm, P < 0,01). Não foram encontradas diferenças significativas em relação à placa (O: 46,67 +/- 10,00%, N: 36,67 +/- 6,67%) e sangramento gengival (O: 46,67 +/- 11,67%, N: 43,33 +/- 10,00%), enquanto uma perda de inserção significativamente maior foi observada em mulheres osteoporóticas (O: 3,65 +/- 0,18 mm, N: 2,86 +/- 0,19 mm, P < 0,01).(RESUMO TRUNCADO EM 250 PALAVRAS)
Wowern et al. (Qui,) estudaram essa questão.