Key points are not available for this paper at this time.
As empresas e seus executivos estão concluindo que, para realizar suas tarefas complexas e missões e objetivos abrangentes, devem sair dos reinos tradicionais de trabalho em equipe e parceria e se envolver em alianças multiculturais e multinacionais. Uma das áreas principais que afetam o trabalho em equipe hoje, especialmente em locais de trabalho diversos, é a variedade de orientações de valor cultural com as quais os membros se relacionam. Para preparar melhor os alunos para se juntarem a empresas globais, é necessário entender suas orientações culturais e como essas podem influenciar suas interações em trabalho em equipe. Este estudo utilizou um design de métodos mistos para caracterizar as orientações culturais de estudantes de graduação em computação e tecnologia da informação e sua consciência cultural no contexto das experiências de trabalho em equipe. Os dados para o estudo foram coletados na forma de uma tarefa de reflexão que foi implementada durante a primeira semana de aulas como uma forma de promover a consciência cultural dos alunos e como isso pode se manifestar em suas interações em trabalho em equipe. A tarefa de reflexão tinha duas partes: (i) uma pesquisa e (ii) perguntas de reflexão. O estudo utilizou estatísticas descritivas e testes t para analisar a pesquisa (dados quantitativos), e uma análise temática foi realizada para analisar as perguntas de reflexão (dados qualitativos). Nossa análise dos dados quantitativos revelou que os alunos identificaram os seguintes valores centrais: Individualismo, Igualdade, Monocronicidade, Meritocracia, Informalidade, Eficácia Pessoal e Direção, e esses valores ressoaram com a maioria dos alunos da turma. Os temas qualitativos correspondentes que surgiram em relação às crenças dos alunos sobre como esses valores podem se manifestar em sua experiência de trabalho em equipe foram (a) Tratar todos igualmente e entender os outros, (b) Aumentar a Consciência Temporal, (c) Realizar comunicação eficaz, (d) Monitorar o progresso dos membros da equipe e (e) Estabelecer regras e limites.
Bahrami et al. (Fri,) estudaram esta questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: