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Clusters atômicos fluorescentes pequenos de cobre, estabilizados por nitrato de tetrabutilamonônio, foram sintetizados por uma técnica eletroquímica simples. Esses pequenos clusters (CuN, N < ≈14) apresentam fotoluminescência na faixa visível com rendimentos quânticos incomuns altos (13%) e foram caracterizados por espectroscopias UV−vis e fluorescência, espectrometria de massa LDI-TOF (desorção a laser/ionização por tempo de voo), espectroscopia de fotoelétrons XPS (espectroscopia de fotoelétrons de raios X) e TEM/HRTEM (microscopia eletrônica de transmissão de alta resolução). Os clusters de Cu são muito estáveis e podem ser dispersos em solventes apolares e polares, o que os torna úteis como pequenos blocos de construção, trazendo novas possibilidades para construir novas nano/microestruturas, com aplicações potenciais em áreas como biossensores, biomedicina, etc.
Vilar‐Vidal et al. (Mon,) estudaram essa questão.