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Entre março de 1995 e junho de 1997, 128 eletrodos foram extraídos dos corações de 28 mulheres e 50 homens, com idade média de 69 +/- 15 anos (média +/- DP, faixa de 22 a 92 anos). As indicações para o procedimento foram: eletrodos Accufix em 18 pacientes (14%), disfunção ou incompatibilidade com ICD em 16 (12%), endocardite no eletrodo em 41 (32%), infecção do bolso do gerador de pulso em 28 (22%), e erosão do gerador de pulso e/ou do eletrodo em 25 pacientes (19%). A extração foi realizada com um laço (snare), via veia femoral como primeira abordagem em 116 eletrodos, e como abordagem alternativa, após a falha na extração do local original de implantação, em 12 eletrodos. Os eletrodos estavam implantados por 62 +/- 48 meses (faixa de 1 a 205 meses). Foi utilizada uma bainha Cook em 7 casos, e tração na abordagem femoral em 20 ocasiões. Dos 128 eletrodos, 122 (95%) foram completamente extraídos, e 2 (2%) foram parcialmente extraídos (o eletrodo distal permanecendo conectado ao miocárdio), e 4 (3%) não puderam ser removidos. Quatro complicações ocorreram: 2 rupturas da válvula tricúspide sem consequências clínicas, uma separação do eletrodo distal do eletrodo que migrou para a veia hipogástrica, e uma hemorragia no local da punção femoral. Não houve morte ou complicação grave causada pela extração do eletrodo nesta série.
Jarwe et al. (Sun,) estudaram esta questão.