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OBJETIVOS: O objetivo desta revisão foi obter uma melhor compreensão de como os idosos experienciam, percebem, pensam e sentem sobre o uso de robôs assistivos sociais (RAS) em ambientes de cuidados geriátricos. MÉTODO: Realizamos uma busca na literatura para estudos que utilizaram uma abordagem qualitativa ou um método misto com um elemento qualitativo significativo. As bases de dados eletrônicas Pubmed, Cinahl, Embase, Scopus e Web of Science foram consultadas. Artigos candidatos publicados em periódicos e anais de conferências foram considerados para revisão. Dois revisores independentes avaliaram os estudos incluídos quanto à qualidade metodológica utilizando o Programa de Habilidades de Avaliação Crítica, após o qual os dados sobre as opiniões e percepções auto-relatadas dos assuntos foram extraídos e sintetizados usando análises temáticas. RESULTADOS: Dezessete estudos produzindo 23 publicações foram incluídos. Com base nas opiniões dos idosos, quatro temas emergiram em relação ao uso dos RAS: (1) papéis de um RAS; (2) interação entre o idoso e o RAS, que poderia ser subdividida em (a) o aspecto técnico da interação e (b) o aspecto humano da interação; (3) aparência do RAS; e (4) questões normativas/éticas sobre o uso de RAS em cuidados geriátricos. CONCLUSÕES: Os idosos têm opiniões claras, positivas e negativas sobre diferentes aspectos dos RAS em cuidados geriátricos. No entanto, algumas opiniões podem ser ambíguas e necessitam de mais atenção se os RAS forem considerados para uso em cuidados geriátricos. Compreender as experiências vividas dos idosos com os RAS cria a possibilidade de usar uma abordagem que incorpore inovação tecnológica na própria prática de cuidado.
Vandemeulebroucke et al. (Qui,) estudaram esta questão.
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