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Uma pessoa que busca a atenção de outra normalmente consegue avaliar rapidamente quão interrompível a outra pessoa está no momento. Essas avaliações permitem comportamentos que consideramos naturais, socialmente apropriados ou simplesmente educados. Isso contrasta fortemente com os sistemas de computadores e comunicação atuais, que estão amplamente alheios às situações sociais que cercam seu uso e ao impacto que suas ações têm nessas situações. Se os sistemas pudessem modelar a interrompibilidade humana, poderiam usar essas informações para negociar interrupções nos momentos adequados, melhorando assim a interação humano-computador. Este artigo apresenta uma série de estudos que demonstram quantitativamente que sensores simples podem apoiar a construção de modelos que estimam a interrompibilidade humana tão bem quanto as pessoas. Esses modelos podem ser construídos sem usar sensores complexos, como técnicas baseadas em visão, e, portanto, seu uso em ambientes de escritório do dia a dia é tanto prático quanto acessível. Embora atualmente baseados em uma amostra demograficamente limitada, nossos resultados indicam uma oportunidade substancial para futuras pesquisas que validem esses resultados em grupos maiores de trabalhadores de escritório. Nossos resultados também motivam o desenvolvimento de sistemas que utilizem esses modelos para negociar interrupções em momentos socialmente apropriados.
Fogarty et al. (Ter,) estudaram esta questão.