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Este estudo examinou o uso de intérpretes com pacientes que falam línguas africanas em uma instituição psiquiátrica recentemente integrada na África do Sul pós-apartheid. O próprio processo de pesquisa refletiu aspectos importantes das dinâmicas institucionais em torno das questões de linguagem e etnia. O impacto da inadequação dos recursos linguísticos na prestação de serviços foi profundo. Intérpretes têm um papel em aliviar as dificuldades descritas, mas estratégias organizacionais rotineiras para gerenciar falantes de línguas africanas são obstáculos poderosos para a mudança. Discurssos institucionais e sociais complexos relacionados à raça, identidade, comunidade, alienação e à prática da psiquiatria pública se concentraram em torno da questão da linguagem. Sem um reconhecimento suficiente da centralidade da linguagem na prestação de serviços, a integração e a transformação institucional serão impedidas.
Gerard Drennan (Mon,) estudou essa questão.
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