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A malária é a principal doença parasitária do mundo, para a qual medidas de controle eficazes são urgentemente necessárias. Uma das dificuldades que impede o sucesso do design de vacinas contra Plasmodium é o conhecimento incompleto sobre os antígenos que elicita a imunidade protetora, os tipos precisos de resposta imune a serem almejados e como essas respostas podem ser induzidas. Uma maior apreciação dos mecanismos de imunidade protetora, por um lado, e da imunopatologia, por outro, deve fornecer pistas críticas sobre como a manipulação do sistema imunológico pode ser obtida da melhor maneira. Estamos estudando a regulação do equilíbrio entre linfócitos T auxiliares 1 (Th1) e T auxiliares 2 (Th2) CD4+ na imunidade às fases sanguíneas assexuadas da malária, responsáveis pela patogenicidade da doença. A imunidade protetora às malárias murinas experimentais Plasmodium chabaudi e Plasmodium yoelii envolve tanto células Th1 quanto Th2, que fornecem proteção por diferentes mecanismos em diferentes momentos da infecção, caracterizados por maiores e menores densidades de parasitas, respectivamente. Este modelo, portanto, facilita uma compreensão mais clara do equilíbrio Th1/Th2, que parece ser central na imunoregulação de todas as relações entre hospedeiro/patógeno. Ele também permite uma dissecação detalhada in vivo dos mecanismos de imunidade antimalárica. Aqui, discutimos o estado atual do desenvolvimento de vacinas contra a malária e nossa pesquisa atual para entender os fatores envolvidos na modulação da imunidade potencializada pela vacina.
Taylor‐Robinson et al. (Sex,) estudaram esta questão.