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Historicamente, pesquisadores e clínicos têm visto a experiência transgênera através de uma lente diagnóstica estreita e deixaram de reconhecer as diversas experiências daqueles que se identificam como transgêneros. Atualmente, sob o paradigma de tratamento tradicional, para serem considerados elegíveis para serviços de transição de gênero, os clientes transgêneros devem atender aos critérios para o diagnóstico de "disforia de gênero", conforme descrito no DSM-5. Uma alternativa ao modelo diagnóstico para a saúde transgênera é o Modelo de Consentimento Informado, que permite que clientes transgêneros acessem tratamentos hormonais e intervenções cirúrgicas sem passar por avaliação de saúde mental ou referência de um especialista em saúde mental. Este modelo mostra-se promissor para o tratamento e compreensão da experiência transgênera fora da lente da patologização médica.
Sarah Schulz (Quarta-feira,) estudou essa questão.
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