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As compreensões sobre quem joga esportes universitários são dominadas por suposições que não possuem escrutínio acadêmico. Usando o Estudo Longitudinal da Educação (N = 7.810) e modelagem multinível, este estudo examina até que ponto indicadores de ensino médio de status socioeconômico familiar, desenvolvimento atlético e mérito, expectativas acadêmicas e conhecimento, e contextos escolares preveem a probabilidade de se tornar um atleta universitário. Os autores encontram evidências que apoiam nossa compreensão de que o processo de se tornar um atleta universitário é moldado pelo status socioeconômico familiar. No entanto, as características de participação em esportes do ensino médio, expectativas e conhecimento acadêmicos, e contextos escolares também parecem oferecer contribuições independentes para as chances de se tornar um atleta universitário. No geral, esses resultados sugerem que as oportunidades atléticas universitárias não são simplesmente uma função do mérito atlético, com base em análises únicas de evidências empíricas quantitativas de uma grande amostra nacional de estudantes do ensino médio.
Tompsett et al. (Fri,) estudaram essa questão.