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Resumo Este estudo examina o desenvolvimento da autoavaliação das crianças sobre sua prosocialidade em comparações sociais normativas com um par médio, que era uma pessoa concreta ou abstrata, em uma escola de nível socioeconômico médio no sul de Israel (N = 148, Idade 6–12 anos, 51% mulheres; junho de 2021). Os resultados mostram que crianças mais velhas apresentaram o efeito de melhor que a média (BTA) ao se perceberem como mais generosas do que seu par médio. Em contrapartida, crianças mais novas exibiram um efeito de pior que a média, ao supor que seus pares agiriam com mais generosidade do que elas mesmas (ηp2=.23). Apenas as crianças mais velhas (com 8 anos ou mais) foram significativamente afetadas pela concretude do alvo da comparação, exibindo o efeito BTA apenas quando o par médio era abstrato (não concreto).
Levy‐Friedman et al. (Quarta-feira,) estudaram essa questão.
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