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FUNDAMENTOS: O monitoramento e a previsão da incidência de dengue facilitam respostas precoces de saúde pública para minimizar a morbidade e a mortalidade. As variáveis climáticas são potenciais preditores da incidência de dengue. Este estudo explorou o impacto da variabilidade climática na transmissão da dengue na cidade subtropical de Guangzhou, China. MÉTODOS: Uma análise de regressão Poisson de séries temporais foi realizada utilizando dados sobre variáveis climáticas mensais e casos notificados mensais de dengue em Guangzhou, China, para o período de 2001-2006. As estimativas dos parâmetros do modelo de Poisson foram implementadas utilizando a abordagem de Equações de Estimação Generalizadas (GEE); o critério de informação baseado na quasi-verossimilhança (QICu) foi usado para selecionar o modelo mais parcimonioso. RESULTADOS: Dois modelos de melhor ajuste, com os menores valores de QICu, foram selecionados para caracterizar a relação entre a incidência mensal de dengue e as variáveis climáticas. A temperatura mínima e a velocidade do vento são preditores significativos da incidência de dengue. A inclusão adicional da umidade mínima no modelo fornece um melhor ajuste. CONCLUSÃO: A temperatura mínima e a umidade mínima, com um atraso de um mês, estão positivamente associadas à incidência de dengue na cidade subtropical de Guangzhou, China. A velocidade do vento é inversamente associada à incidência de dengue do mesmo mês. Essas descobertas devem ser consideradas na previsão de padrões futuros de transmissão da dengue.
Lu et al. (Terça,) estudaram esta questão.
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