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Há uma tendência de os governos decidirem se devem ou não oferecer vacinação de rotina com base em argumentos de custo financeiro, enquanto os indivíduos decidem se aceitam ou não a vacinação com base em sua percepção dos riscos envolvidos. Além disso, algumas vacinas conferem, ou parecem conferir, um grau de proteção indireta a indivíduos não vacinados na comunidade. Por essas razões, os motivos públicos em relação à vacinação diferem dos motivos individuais. As implicações quantitativas dessas diferenças são exploradas neste artigo. Descobriu-se que, em uma ampla gama de condições, indivíduos informados e racionais "escolheriam" uma adesão à vacina mais baixa do que a comunidade se atuasse como um todo. O resultado é aplicado à situação da coqueluche na Inglaterra ao longo dos últimos 30 anos e fornece uma medida da mudança na percepção pública dos riscos associados a essa vacina.
Fine et al. (Mon,) estudaram essa questão.