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Duzentos e oito membros do corpo docente e 314 estudantes de pós-graduação localizados em uma universidade da Costa Oeste foram apresentados a 24 breves situações descrevendo cinco tipos de assédio sexual em um ambiente universitário: assédio de gênero, comportamento sedutor, suborno sexual, coerção sexual e imposição ou assalto sexual. Os participantes foram designados aleatoriamente para classificar as situações sob uma das quatro condições instrucionais que descreviam combinações do nível do aluno e da autoridade do membro do corpo docente retratados nas breves vinhetas. As mulheres eram mais propensas do que os homens a perceber situações menos explicitamente coercitivas como assédio; no entanto, nem o nível do aluno alvo (ou seja, pós-graduação ou graduação) nem o grau de poder do membro do corpo docente sobre ela influenciaram as classificações dos participantes sobre as situações. Os resultados indicaram que, com exceção dos comportamentos mais coercitivos e intrusivos, pode ainda haver considerável incerteza sobre o que constitui assédio sexual dentro do ambiente universitário.
Fitzgerald et al. (Sat,) estudaram esta questão.