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Os sintomas cognitivos da esclerose múltipla (EM) incluem déficits de velocidade de processamento e comprometimento da memória de trabalho. A maneira precisa como esses déficits interagem em indivíduos com EM ainda precisa ser explicada. Hipotetizamos que fornecer mais tempo em uma tarefa complexa de memória de trabalho resultaria em benefícios de desempenho para indivíduos com EM em relação a controles saudáveis. Cinquenta e três indivíduos com EM clinicamente definitiva e 36 controles saudáveis pareados realizaram uma tarefa computadorizada que manipulava sistematicamente a carga cognitiva. O intervalo entre as apresentações de estímulos foi manipulado para fornecer tempo de processamento crescente. Os resultados confirmaram que indivíduos com EM que apresentam déficits de velocidade de processamento melhoram significativamente a precisão do desempenho quando recebem tempo adicional para processar a informação na memória de trabalho. As implicações desses achados para o desenvolvimento de intervenções de reabilitação cognitiva apropriadas são discutidas.
Leavitt et al. (Mon,) estudaram esta questão.
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