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OBJETIVO: Atualizar as evidências sobre os efeitos dos exercícios respiratórios (ERs) na ventilação, capacidade de exercício, dispneia e qualidade de vida (QdV) em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). MÉTODOS: Ensaios clínicos randomizados que investigaram os efeitos dos ERs em pacientes com DPOC, publicados até maio de 2018, foram recuperados de cinco bases de dados eletrônicas (MEDLINE, CINAHL, Cochrane, Scopus e ScienceDirect). O risco de viés e a qualidade das evidências foram avaliados utilizando a ferramenta da Cochrane Collaboration e a abordagem Grading of Recommendation Assessment, Development, and Evaluation (GRADE), respectivamente. RESULTADOS: Dezenove estudos (n=745) foram incluídos. A qualidade da evidência foi de baixa a moderada. Quando comparados aos grupos controle, a frequência respiratória melhorou significativamente (p≤0.001) na respiração com lábios semicerrados (PLB), no feedback ventilatório (VF) associado a exercício, no exercício de respiração diafragmática (DBE) e nos ERs combinados. Além disso, a PLB melhorou significativamente o volume corrente (p0.05). CONCLUSÃO: PLB, VF associado a exercício, DBE, ERs combinados e canto poderiam ser utilizados para melhorar a ventilação e a QdV. Com base em evidências de qualidade baixa a moderada, o uso desses ERs para melhorar a ventilação e a QdV em pacientes com DPOC é condicional (Registration No. CRD42018102995).
Ubolnuar et al. (Sat,) estudaram essa questão.
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