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O uso da narrativa tornou-se comum na pesquisa social e educacional, tanto como o fenômeno em estudo quanto como método de análise. No entanto, essa aceitação geral da narrativa como foco de pesquisa pode não se estender ao uso de narrativas fictícias e gêneros relacionados, como semi-ficção e não-ficção criativa, nem ao uso de romances como 'dados'. Este artigo examina os usos da ficção como dados, ferramenta analítica e modo representacional na pesquisa social e educacional. O objetivo é apresentar uma visão geral dos usos atuais dessas abordagens, ilustrando diferentes facetas de engajamento com narrativas fictícias, e considerar o que pode ser ganhado (e também talvez o que pode ser perdido) por meio de sua adoção.
Cate Watson (Mon,) estudou esta questão.