Key points are not available for this paper at this time.
OBJETIVO: Este estudo teve como objetivo examinar a prevalência de atrasos e desempenho borderline prejudicado para meninas e meninos brasileiros e as diferenças nas trajetórias motoras (locomoção e habilidades com bola) de meninas e meninos (3 a 10 anos) em países WEIRD (Ocidentais, Educados, Industriais, Ricos e Democráticos) e no Brasil, um país de baixa e média renda (LMIC). MÉTODOS: Avaliamos 1000 crianças (524 meninas; 476 meninos), com idades de 3 a 10,9 anos (M = 6,9, DP = 2,1; Meninas M = 6,9, DP = 2,0; Meninos M = 6,9, DP = 2,1), utilizando o Teste de Desenvolvimento Motor Grosso-3. Através de busca sistemática, estudos originais que investigavam FMS em crianças utilizando o TGMD-3 foram elegíveis; 5 estudos foram elegíveis para ter os resultados comparados com a amostra brasileira. Teste t de uma amostra para analisar os dados secundários de crianças irlandesas, americanas, finlandesas e alemãs (ou seja, média, desvio padrão). RESULTADOS: A prevalência de atrasos e desempenho borderline prejudicado foi alta entre meninas brasileiras (28,3% e 27,5%) e meninos (10,6% e 22,7%). As comparações entre os países mostraram escores significativamente mais baixos (valores de p de 0,048 e < 0,001) nas habilidades locomotoras e com bola para crianças brasileiras; as únicas exceções foram pular, pegar e chutar. Observamos estabilidade no desempenho, entre os países, após os 8 anos, e nenhum efeito de teto foi encontrado nas amostras. CONCLUSÕES: A amostra brasileira enfatizou a necessidade de estratégias nacionais para promover a proficiência motora das crianças. Diferenças nas oportunidades motoras podem explicar as diferenças nas trajetórias motoras entre crianças em países WEIRD e LMIC.
Valentini et al. (qui,) estudaram esta questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: