Key points are not available for this paper at this time.
CONTEXTO: A qualidade das diretrizes de prática clínica (DPCs) é importante para garantir a adoção das diretrizes por clínicos. OBJETIVO: O objetivo desta revisão foi identificar DPCs para o manejo de amputações de membros, avaliar a qualidade das DPCs e sintetizar recomendações de DPCs abrangentes de alta qualidade. FONTES DE DADOS: MEDLINE, EMBASE, CINAHL, PEDro, sites específicos de diretrizes, sites de associações ou redes para pessoas com amputações e Google Scholar foram pesquisados de abril de 2007 a abril de 2017. SELEÇÃO DE ESTUDO: Publicações foram incluídas se fossem DPCs ou declarações/padrões de consenso endossados por uma organização certificada, cobrissem o manejo de amputações de membros, fossem acessíveis gratuitamente e estivessem escritas em inglês. EXTRAÇÃO DE DADOS: Dois revisores examinaram independentemente títulos e resumos para DPCs elegíveis e classificaram a qualidade das DPCs usando o instrumento de Avaliação de Diretrizes de Pesquisa e Avaliação (AGREE-II). SÍNTESE DE DADOS: Das 15 DPCs incluídas, 11 eram de qualidade baixa a moderada e 4 eram de alta qualidade. As médias (ou medianas) das pontuações de domínio no AGREE-II foram as seguintes: 83% para o domínio 1 (escopo e propósito), 61% para o domínio 2 (envolvimento de partes interessadas), 7% para o domínio 3 (rigor de desenvolvimento), 65% para o domínio 4 (clareza e apresentação), 24% para o domínio 5 (aplicabilidade) e 21% para o domínio 6 (independência editorial). Recomendações fortes de DPCs abrangentes e de alta qualidade foram poucas e focaram no desenvolvimento de planos de tratamento individualizados, exercícios para melhorar a função física e a capacidade de realizar atividades da vida diária, e a avaliação da função física e fatores prognósticos. LIMITAÇÕES: DPCs que não estavam escritas em inglês foram excluídas. As recomendações finais das DPCs podem diferir se critérios diferentes forem utilizados. Baixas pontuações de domínio no AGREE-II podem ser devido a uma má reportagem em vez de uma má metodologia no processo de desenvolvimento de DPC. CONCLUSÕES: Poucas DPCs para o manejo de amputações de membros eram de alta qualidade, e poucas recomendações eram fortes. Para melhorar a qualidade das futuras DPCs, os desenvolvedores de diretrizes devem relatar financiamento e interesses conflitantes dos membros, fornecer informações para auxiliar na aplicação prática das DPCs e usar uma abordagem sistemática para buscar evidências e derivar a força das recomendações.
Kwah et al. (Qui,) estudaram esta questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: