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A audiência de programação tradicional de televisão tem diminuído constantemente, particularmente entre o público mais jovem, que passou a usar smartphones, mídias sociais, serviços de streaming e YouTube para consumir vídeos. Essas audiências também frequentemente se envolvem em práticas de segunda tela, utilizando outro dispositivo para se conectar virtualmente com outros sobre o que estão assistindo. A maioria das pesquisas anteriores focou nos efeitos da segunda tela via mídias sociais com conteúdo televisivo. Através de uma pesquisa com adolescentes no Oriente Médio (N = 258) e jovens adultos nos Estados Unidos (N = 643), o estudo atual descobriu que a segunda tela ocorre frequentemente tanto com TV tradicional quanto com conteúdo de streaming. Enquadrados pela teoria da coprojeção, os resultados mostram que ambas as práticas correlacionam-se positivamente com uma escala construída de afinidade de capital social de segunda tela (SSSCA), espelhando a coprojeção presencial. As descobertas também indicam que a segunda tela não precisa ocorrer simultaneamente com a visualização do vídeo para satisfazer as necessidades sociais.
Nee et al. (Qui,) estudaram essa questão.
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