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Uma análise baseada em Nissl, degeneração anterógrada e técnicas histoquímicas de desidrogenase succínica revela que existem duas regiões distintas do córtex parietal caracterizadas por diferentes características citoarquitetônicas e conexões anatômicas. A zona cortical "granular" possui uma quarta camada bem definida composta por pequenas células densamente agrupadas, recebe projeções densas do núcleo posterior ventral do tálamo e é essencialmente livre de inputs calosos. Áreas corticais "agranulares" que cercam ou estão embutidas na zona granular não possuem uma quarta camada bem definida, recebem projeções esparsas do núcleo posterior ventral, mas enviam e recebem extensas projeções calosas. Esses achados sugerem que as projeções talâmicas e calosas para o córtex parietal mantêm um padrão de segregação areal. A zona cortical granular, que aparentemente corresponde ao SmI, projeta ipsilateralmente para o córtex motor, SmII e áreas agranulares adjacentes. As camadas superficiais do córtex granular também projetam fortemente sobre a camada subjacente V. Essa projeção intracortical não está organizada em clusters discretos dentro do córtex do "campo de barril". Isso sugere que a organização especializada dos aferentes talâmicos e células granulares dentro do "campo de barril" não é mantida na circuitaria intracortical dessa região.
Akers et al. (Sun,) estudaram essa questão.
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