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Este artigo de comentário coloca os seis estudos anteriores em uma compreensão emergente do caráter do risco e da interação social, e do contexto social e organizacional mais amplo: de mudanças nas sensibilidades leigas em relação ao risco e do papel do risco na formação de práticas profissionais. Examina criticamente o potencial explicativo de duas abordagens extraídas da teoria social—modernização reflexiva e governamentalidade—para abranger as características específicas desses estudos. Conclui que ambientes relacionados ao risco têm a capacidade de ressaltar certas dimensões inerentes da interação social de formas especialmente contundentes. Essa capacidade leva à existência de uma esfera de padrões de interação específicos situacionalmente, cuja compreensão requer uma investigação empírica detalhada.
Tom Horlick‐Jones (Terça,) estudou esta questão.