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O recente debate sobre o lugar da psicoterapia no Sistema Nacional de Saúde, ao enfatizar a importância da avaliação econômica, concentrou-se quase exclusivamente em questões de resultado clínico. Este artigo argumenta que o debate se concentrou em uma definição muito restrita de psicoterapia e em uma visão muito limitada dos possíveis efeitos da psicoterapia, tanto positivos quanto negativos. Ele revisa evidências sobre a demanda e a necessidade de serviços de psicoterapia em diversos contextos clínicos e discute as implicações econômicas da oferta desses serviços. Estudos econômicos sobre psicoterapia são revisados e chega-se à conclusão de que pode ser possível justificar a oferta de serviços de psicoterapia por razões econômicas, mas que muito mais pesquisa precisa ser realizada nesta área. As direções que tais pesquisas futuras podem tomar são delineadas.
McGrath et al. (Qui,) estudaram essa questão.
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