Key points are not available for this paper at this time.
A guerra no Iémen revelou inconsistências nas práticas de controle de exportação de armas dos Estados membros da União Europeia (UE): especificamente, como eles aplicaram os padrões do direito internacional humanitário em suas decisões de transferência de armas para membros da coalizão liderada pela Arábia Saudita envolvidos no conflito. Embora tais discrepâncias não sejam novas, a ratificação do Tratado sobre o Comércio de Armas por todos os Estados membros da UE, incluindo o Reino Unido (RU) na época, forneceu um novo quadro para trazer essas controvérsias à tona. Também ofereceu às organizações não governamentais (ONGs) no RU e na França fundamentos legais adicionais para contestar a legalidade das exportações de armas desses governos para a Arábia Saudita e buscar a conformidade com suas obrigações no campo do comércio de armas. Essas ações são notáveis em termos das informações que fornecem sobre os procedimentos de avaliação de risco de exportação de armas dos estados, sobre como interpretar e implementar a legislação aplicável, e seu possível impacto na tomada de decisão de outros países no mesmo domínio.
Giovanna Maletta (Sat,) estudou essa questão.