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A expansão clonal das células T CD4+ é um achado característico em pacientes com AR e é raramente encontrada em pacientes com artrite psoriática e controles saudáveis. Clonótipos CD4+ expandidos estão presentes no sangue, infiltram a articulação e persistem por anos. Não abordamos a questão de saber se os clonótipos expandidos têm propriedades funcionais e fenotípicas únicas que podem explicar a expansão in vivo preferencial na AR. Em contraste com a maioria das células T CD4+, os clonótipos expandidos não apresentavam a expressão das moléculas da superfície celular CD28 e CD7. Assim, os subconjuntos de células T CD4+ CD28- (9,7 vs 1,7, P = 0,00002) e CD4+ CD7- (21,5 vs 12,26, P = 0,018) foram aumentados em pacientes com AR em comparação com indivíduos normais pareados por idade. Apesar da falta de expressão de CD28, as células T CD4+ clonadas expandidas não eram anérgicas, mas proliferaram em resposta ao anti-CD3 imobilizado e puderam ser mantidas em cultura de tecido. As células T CD4+ expandidas in vivo eram autorreativas a autoantígenos distribuídos de forma ubíqua. Elas responderam em uma reação mista de linfócitos autólogos, e os clones de células T isolados de pacientes selecionados proliferaram em resposta a células aderentes de sangue periférico autólogo. Esses dados sugerem que em pacientes com AR, células T CD4+ selecionadas que compartilham o fenótipo CD7- CD28- escapam da tolerância periférica.
Schmidt et al. (qua,) estudaram essa questão.