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As variações nas médias das notas da PISA não foram adequadamente explicadas até o momento, sugerindo os limites da nossa compreensão atual sobre a relação entre práticas educacionais e o desempenho dos alunos. Em contraste com pesquisas anteriores que aplicam teorias existentes para explicar as variações observadas, este estudo tenta ampliar nosso horizonte teórico existente utilizando dados derivados da PISA. Primeiro, introduzimos descobertas dos dados de PISA-Ciências que vão contra os pressupostos fundamentais tanto das teorias de aprendizagem centradas no aluno quanto nas centradas no professor; ou seja, países com níveis mais baixos de iniciativa dos alunos para projetar e realizar seus próprios projetos tiveram notas mais altas. Em seguida, propomos uma teoria alternativa de aprendizagem (Aprendizagem Tipo II) para explicar este contraexemplo, repensando o processo de aprendizagem em suas profundezas filosóficas e ontológicas. Concluímos observando um paradoxo surpreendente: a Aprendizagem Tipo II tornada visível através dos dados da PISA parece minar a premissa central de toda a abordagem da OCDE à P...
Komatsu et al. (Qui,) estudaram essa questão.
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