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Resumo Seis movimentos de teste que avaliam a força e flexibilidade dos músculos do tronco e das pernas foram realizados com 4264 crianças americanas e 2870 crianças europeias de comunidades urbanas e suburbanas comparáveis. 57,9% dos americanos falharam e 8,7% dos europeus. O desempenho insatisfatório dos americanos pode ser explicado pelo nosso alto grau de mecanização, que elimina muita atividade física. Uma vez que estudos anteriores mostraram que esses testes representam aptidão muscular mínima e que cair abaixo desses níveis predispoe a dificuldades ortopédicas e emocionais, é recomendado que as atividades físicas de nossas crianças sejam aumentadas e que testes musculares sejam realizados em intervalos regulares, sendo parte do registro escolar completo da criança, para assegurar pelo menos esses padrões mínimos para nossas crianças.
Kraus et al. (Sat,) estudaram essa questão.