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Este artigo realiza o desenvolvimento conceitual das Empresas Virtuais de Sensoriamento Verde (GSVEs) e seus potenciais ambientes de aplicação, como redes orientadas a objetivos que são criadas e compostas dinamicamente por uma aliança de curto prazo de empresas verdes com capacidades de sensoriamento, cujas interações são possibilitadas por redes de sensores e suportadas por sistemas computacionais, a fim de responder a oportunidades de colaboração que exigem competências além daquelas disponíveis em qualquer uma das empresas, e que evoluirão ou se dissolverão uma vez que sua missão esteja cumprida. As GSVEs são vistas como a contraparte organizacional de ativos inteligentes e produtos inteligentes em uma Economia Circular Ciberfísica Dinâmica emergente, impulsionada pela transformação digital abrangente, onde a sinergia do paradigma da Internet das Coisas (IoT), as capacidades da Empresa de Sensoriamento (SE) e a natureza ágil e ambientalmente favorável das Empresas Virtuais Verdes (GVEs) desbloquearão todo o potencial das oportunidades de negócios circulares.
Romero et al. (Sat,) estudaram essa questão.