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CONTEXTUALIZAÇÃO: Há pouca pesquisa sobre como fornecer feedback de avaliação sumativa de forma eficaz. Os principais objetivos deste estudo foram esclarecer como os alunos se envolvem com o feedback nesse contexto e explorar os papéis das características relacionadas ao aprendizado e do desempenho anterior e atual. MÉTODOS: Um site foi desenvolvido para fornecer feedback sobre o exame clínico estrutural objetivo (OSCE) em vários formatos: estação por estação ou sobre habilidades em várias estações. No total, 138 alunos (no terceiro ano de cinco) responderam a um questionário sobre orientação para metas, motivação, autoeficácia, controle de crenças sobre aprendizagem e atitudes em relação ao feedback. O uso individual do site foi analisado ao longo de um período de 8 semanas. Análises de classes latentes foram utilizadas para identificar perfis de alunos, com base em seu uso de diferentes aspectos do site de feedback. Diferenças nas características de alunos relacionadas ao aprendizado entre perfis foram avaliadas usando análises de variância (anovas). O uso individual do site estava relacionado ao desempenho no OSCE. RESULTADOS: No total, 132 alunos (95,7%) acessaram o site. O número de páginas visualizadas variou de duas a 377 (mediana de 102). Cinquenta por cento dos alunos se envolveram de maneira abrangente com o feedback, 27% o usaram de forma mínima, enquanto 23% o usaram de forma mais seletiva. Alunos que foram usuários abrangentes do site pontuaram mais alto na escala de valor do feedback, enquanto alunos que foram usuários mínimos pontuaram mais alto em motivação extrínseca. Alunos de alto desempenho visualizaram significativamente mais páginas da web mostrando comparações com colegas do que alunos de menor desempenho. Alunos que apenas passaram na avaliação fizeram o menor uso do feedback. CONCLUSÕES: Alunos de alto desempenho pareciam usar o feedback mais para afirmação positiva do que para informações diagnósticas. Aqueles, indiscutivelmente, mais necessitados se envolveram menos. Precisamos construir o feedback após a avaliação sumativa de uma maneira que envolva mais efetivamente aqueles alunos que mais precisam de ajuda.
Harrison et al. (Sun,) estudaram essa questão.