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As universidades estão sob crescente pressão para se associar a partes interessadas e organizações sociais para criar e implementar, de forma colaborativa, conhecimentos, ferramentas e transformações sociais que promovam a sustentabilidade. Simultaneamente, um número crescente de organizações sociais está buscando parcerias com universidades para alcançar objetivos organizacionais e aumentar a eficácia de estratégias para avançar na sustentabilidade social. Utilizando um quadro conceitual de "co-criação de sustentabilidade", este estudo examina empiricamente as experiências históricas e em andamento de cinco organizações no Japão que colaboram ativamente com universidades para aprimorar atividades e estratégias de sustentabilidade voltadas para a transformação social. Examinamos as motivações para a parceria com universidades, modelos inovadores de prática, fatores que impedem o potencial co-criativo da universidade, e mudanças desejadas para superar esses obstáculos. Nosso estudo empírico leva à proposta de uma tipologia que pode ajudar a categorizar e entender os principais atributos de diferentes tipos de co-criação de sustentabilidade. Construímos nossa tipologia a partir de duas perspectivas: primeiro, em termos do objetivo principal da co-criação (variando desde a produção de conhecimento até a transformação da sociedade), e segundo, em termos da abordagem adotada (variando entre centrada na sociedade ou na tecnologia). Em seguida, refletimos sobre as experiências das organizações para oferecer várias estratégias que poderiam aumentar a eficácia da universidade ao se associar a partes interessadas na co-criação de sustentabilidade. Também destacamos vários fatores que afetam a capacidade da universidade de ir além da produção de conhecimento em direção a medidas de implementação para transformar a sociedade com partes interessadas externas.
Trencher et al. (Quarta-feira,) estudaram esta questão.