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Objetivo Este estudo tem como objetivo explorar como os consumidores processam e respondem a notícias falsas sobre alimentos halal em um país de maioria muçulmana. O estudo hipotetiza que notícias falsas que violam o código moral de uma pessoa podem induzir raiva, resultando em ódio à marca. A religiosidade desempenha um papel como uma variável moderadora na relação. Design/metodologia/abordagem Dados foram coletados em dois estudos usando um desenho fatorial de medidas repetidas quase-experimental, 2 × 2 entre sujeitos. No Estudo 1, 219 participaram, enquanto no Estudo 2, um total de 173 foi recrutado para o experimento. O estudo utiliza ANOVA de medidas repetidas unidirecionais e MEMORE para testar os efeitos da moderação para medidas repetidas. Resultados Os resultados indicam que notícias falsas que violam o código moral, crenças e valores de uma pessoa podem induzir raiva e ódio à marca. A religiosidade modera a relação entre raiva e ódio à marca. Limitações/implicações da pesquisa As limitações do estudo incluem a dimensão limitada medida para religiosidade e ódio à marca. Originalidade/valor O estudo do ódio à marca em oposição ao amor à marca é relativamente escasso. Este estudo observou como notícias falsas que violam o código moral de uma pessoa são prejudiciais à marca, o que, por sua vez, induz ao ódio. Os gerentes de marketing devem ser cautelosos ao comercializar seus produtos em países mais religiosos. Além disso, eles devem ser proativos no combate às notícias falsas que possam manchar sua marca.
Zazli Lily Wisker (Sat,) estudou esta questão.