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Quatro métodos para melhorar o controle da hipertensão entre os funcionários foram testados em uma planta de fabricação: triagem e encaminhamento a um médico, mas sem outra intervenção; encaminhamento a um médico e acompanhamento semestral; encaminhamento a um médico e acompanhamento mais frequente conforme necessário; e tratamento ou cuidado no local com um médico de família. Todos os métodos aumentaram significativamente a proporção de sujeitos em tratamento, mas apenas os três programas que ofereciam acompanhamento ou tratamento melhoraram significativamente a adequação do controle. Ao final dos três anos do projeto, 56 a 62 por cento dos funcionários hipertensos nesses três programas apresentaram leituras de pressão arterial abaixo de 140/90 mm Hg, e 86 a 90 por cento tinham leituras abaixo de 160/95. Em contraste, entre os funcionários que não receberam intervenção após a triagem, apenas 21 por cento apresentaram leituras abaixo de 140/90 mm Hg ao final do estudo, e apenas 47 por cento tinham leituras abaixo de 160/95. Os funcionários que escolheram tratamento no local tiveram o maior nível de controle da pressão arterial, mas esse achado pareceu ser devido à auto-seleção de pacientes previamente não tratados para o tratamento no local e à exclusão de funcionários com outros problemas de saúde. Concluímos que programas de hipertensão no local de trabalho podem produzir melhorias substanciais no controle da pressão arterial se incluírem acompanhamento sistemático e rotineiro que forneça informações aos funcionários sobre sua condição e ofereça suporte para a manutenção da terapia.
Foote et al. (Qui,) estudaram essa questão.
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