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Existem diferenças entre a enxaqueca infantil e a do adulto que justificam a pesquisa clínica. Primeiro, diferenças não essenciais, como a proeminência de distúrbios sistêmicos, indicam a necessidade de ensaios clínicos com medicamentos. Segundo, alguns fenômenos paroxísticos da infância, como torticólis paroxística, vertigem e hemiplegia, podem ser precursores da enxaqueca e necessitam de ensaios terapêuticos. Por último, alguns equivalentes propostos da enxaqueca na infância precisam de estudo e definição, seguidos por ensaios clínicos.
Judith M. Hockaday (Mon,) estudou esta questão.