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Técnicas de cultura celular in vitro foram utilizadas para avaliar o efeito de vários polímeros biomédicos clinicamente significativos na ativação de monócitos e na produção de Interleucina 1 (IL1). Monócitos isolados de sangue periférico humano foram cultivados na presença de um painel de cinco polímeros biomédicos rotineiramente usados em uma variedade de aplicações clínicas: Polietileno (PE), polidimetilsiloxano livre de sílica (PDMS), tecido de Dacron entrelaçado, politetrafluoretileno expandido (ePTFE) e o poliuretano segmentado, Biomer. Monócitos geraram IL1 na presença de todos os cinco materiais. Níveis máximos de IL1 foram gerados em 24 h em culturas de monócitos-polímero suplementadas com soro e, adicionalmente, estimuladas com lipopolissacarídeo (LPS). Nenhuma diferença foi observada devido à fonte do soro. Os resultados das culturas suplementadas com soro bovino fetal não foram significativamente diferentes daqueles obtidos com culturas suplementadas com soro humano. A atividade proliferativa de timócitos gerada por monócitos na presença desses polímeros biomédicos foi neutralizada por um antissor específico polivalente anti-IL1. Diferenças estatisticamente significativas na produção de IL1 foram observadas entre os polímeros, permitindo sua classificação de acordo com a reatividade em grupos de alta (Dacron, PE), intermediária (ePTFE) e baixa (Biomer, PDMS) reatividade.
Miller et al. (Mon,) estudaram esta questão.