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Analisamos os perfis de quimiosensibilidade in vitro de 115 isolados quenianos para cloroquina (CQ), piperaquine, lumefantrine (LM) e dihidroartemisina em associação com polimorfismos em pfcrt no códon 76 e pfmdr1 no códon 86, assim como com variações no número de cópias de pfmdr1. As concentrações medianas de droga que inibem 50% do crescimento do parasita (IC(50)s) foram 41 nM (intervalo interquartílico IQR, 18 a 73 nM), 50 nM (IQR, 29 a 96 nM), 32 nM (IQR, 17 a 46 nM) e 2 nM (IQR, 1 a 3 nM) para CQ, LM, piperaquine e dihidroartemisina, respectivamente. A atividade de CQ correlacionou-se inversamente com a de LM (r(2) = -0,26; P = 0,02). Interessantemente, os parasitas para os quais os IC(50)s de LM eram mais altos eram do tipo selvagem para pfcrt-76 e pfmdr1-86. Todos os isolados tinham uma cópia de pfmdr1. Assim, a diminuição na atividade de LM está associada à seleção de parasitas do tipo selvagem pfcrt-76 e pfmdr1-86, uma característica que explica a relação inversa entre CQ e LM. Portanto, o uso de LM-arteméter provavelmente levará à seleção de parasitas mais suscetíveis à CQ.
Mwai et al. (Ter,) estudaram essa questão.
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