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Este artigo considera os desafios e oportunidades apresentados pelos tratamentos mediados por computador, possibilitados pela emergente tecnocultura. As complexidades clínicas que surgem com a introdução de relações mediadas por tela no tratamento mudaram suposições fundamentais da situação analítica; essas complexidades foram observadas em 26 entrevistas aprofundadas conduzidas com clínicos psicanalíticos sobre o tema da tecnologia e prática profissional. Trechos selecionados dessas entrevistas são apresentados dentro do contexto de uma revisão de literatura mais ampla, juntamente com a teorização dos autores sobre nosso clima tecnológico atual e em rápida mudança. Os autores destacam várias dimensões de nossas novas relações analíticas baseadas em tela, como o que o analista agora pode “ver” através da tela, os elementos realistas e ilusórios do espaço digital, o “terceiro digital” e a experiência de transitar entre realidades digitais e não digitais. Um exemplo de caso é utilizado para ilustrar essas dimensões e explorar as implicações para o processo analítico.
Trub et al. (Ter,) estudaram essa questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: