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As avaliações psiquiátricas, utilizando a Escala Psiquiátrica Multidimensional para Pacientes Internos, de (1) um grupo de mais de 200 psiquiatras das Ilhas Britânicas, (2) alunos do terceiro ano de psicologia, (3) tutores de irmãs em formação, (4) médicos de família participando de um curso de pós-graduação em psiquiatria, e (5) um grupo de novos residentes no Hospital Maudsley, foram comparadas. A primeira hipótese, de que, enquanto os não-psiquiatras avaliariam níveis semelhantes de sintomas, os psiquiatras tenderiam a avaliar níveis mais baixos do que outros grupos profissionais, foi confirmada. A segunda, de que o padrão ou perfil de sintomas, conforme mostrado pelos síndromes do IMPS, diferiria pouco entre os grupos, também foi confirmada. A terceira hipótese, de que, devido à sua formação especial no reconhecimento de sintomas, os psiquiatras tenderiam a mostrar maior concordância intra-grupal sobre os níveis de sintomas do que os outros grupos, não foi confirmada. Algumas possíveis razões para os achados são discutidas. A importância de um cronograma de triagem, projetado para ser utilizado por não-psiquiatras na detecção de doenças psiquiátricas, do achado de que não-psiquiatras avaliam níveis mais altos de sintomas do que psiquiatras, também é discutida.
Copeland et al. (Sat,) estudaram esta questão.