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Objetivo Como as culturas operam de maneiras muito diferentes, diferentes atividades são corruptoras em diferentes partes do mundo. Partindo do princípio de que a corrupção é uma atividade que tende a minar um sistema cultural, este artigo tem como objetivo examinar essa questão. Método O artigo analisa situações da vida real no Japão, Taiwan, Índia, China, América do Norte, África Subsaariana, Oriente Médio e Coreia para distinguir ações que minam estruturalmente um sistema cultural daquelas que são meramente ineficazes ou que, na verdade, são de apoio. Conclusões As culturas possuem normas comportamentais fundamentalmente diferentes devido às suas diferentes concepções da natureza humana. Elas podem ser amplamente classificadas como baseadas em regras e baseadas em relacionamentos, diferenciadas pelo fato de que o comportamento é regulado principalmente pelo respeito às regras no primeiro caso e pelas figuras de autoridade no segundo. Comportamentos corruptos diferem ao redor do mundo em parte devido a normas diferentes e em parte porque os sistemas culturais se desmoronam de maneiras diferentes. Atividades como nepotismo ou clientelismo que são corruptoras nas culturas baseadas em regras do Ocidente podem ser funcionais em culturas baseadas em relacionamentos. Comportamentos que são normais no Ocidente, como ingressar com processos judiciais ou aderir estritamente a um contrato, podem ser corruptos em outros lugares. Práticas como suborno que frequentemente são corruptoras entre culturas, são, no entanto, corruptoras por razões muito diferentes. Originalidade/valor O artigo fornece diretrizes culturalmente sensíveis não apenas para evitar a corrupção, mas também para entender os mecanismos que fazem uma cultura funcionar.
John Hooker (Qua,) estudou essa questão.
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